
Todos os dias ouvimos falar em selecção para aqui, selecção para ali, selecção para isto e para aquilo, selecção de tudo e mais alguma coisa. Ora o que é que as pessoas associam à palavra selecção? Decerto que será qualidade, grupo dos melhore sou até mesmo ex-libirs de alguma região ou país.
Para se proceder a uma selecção, devera ser feita uma escolha cuidada, com critérios e valores importantes e bem fundamentada, seja para que contexto for, para deste modo, obter os melhores resultados.
Pois bem, agora transportando esta definição para um meio que eu bem conheço, o Remo, posso com clareza afirmar, com provas e fundamentos que a Selecção ou Equipa Nacional de Alta Competição não passa mais de um circo hediondo e mal organizado, uma agência de viagens low-cost e sobretudo, um conceito que apenas e unicamente tem como objectivo denegrir a imagem de Portugal e do Remo Português. E apesar de eu ter a plena consciência do que estou a dizer, sei também que este assunto é em si polémico e como tal irá levantar opiniões polémicas, mesmo no seio do meu clube. Não obstante, tenho de falar.
Para se proceder a uma selecção, devera ser feita uma escolha cuidada, com critérios e valores importantes e bem fundamentada, seja para que contexto for, para deste modo, obter os melhores resultados.
Pois bem, agora transportando esta definição para um meio que eu bem conheço, o Remo, posso com clareza afirmar, com provas e fundamentos que a Selecção ou Equipa Nacional de Alta Competição não passa mais de um circo hediondo e mal organizado, uma agência de viagens low-cost e sobretudo, um conceito que apenas e unicamente tem como objectivo denegrir a imagem de Portugal e do Remo Português. E apesar de eu ter a plena consciência do que estou a dizer, sei também que este assunto é em si polémico e como tal irá levantar opiniões polémicas, mesmo no seio do meu clube. Não obstante, tenho de falar.
Primeiro ponto, a equipa técnica nacional é feita por “técnicos” cujos valores são bastante duvidosos e para alem disso, estão altamente ligados a certos clubes, pelo que o resultado dessa combinação como se pode adivinhar, não será grande coisa. Idoneidade quase nula.
Segundo ponto, como é do conhecimento geral, o mundo do desporto está em constante mudança e como tal, as metodologias de treino mudam também, ora qual é o espanto dos atletas ao verificarem que estão a cumprir planos de treinos providenciados por esses “técnicos” que datam de 1992, sim, leram bem, 1992. Preocupação com o conhecimento técnico quase nulo.
Terceiro ponto, a escolha dos ditos “técnicos” pois bem, o facto da Equipa Técnica Nacional ser composta por 3 elementos, dos quais um era condutor de atrelados, portanto também não se estranha que daí não sai grande resposta positiva nem foi com certeza uma boa aposta. Inteligência na escolha quase nula.
Segundo ponto, como é do conhecimento geral, o mundo do desporto está em constante mudança e como tal, as metodologias de treino mudam também, ora qual é o espanto dos atletas ao verificarem que estão a cumprir planos de treinos providenciados por esses “técnicos” que datam de 1992, sim, leram bem, 1992. Preocupação com o conhecimento técnico quase nulo.
Terceiro ponto, a escolha dos ditos “técnicos” pois bem, o facto da Equipa Técnica Nacional ser composta por 3 elementos, dos quais um era condutor de atrelados, portanto também não se estranha que daí não sai grande resposta positiva nem foi com certeza uma boa aposta. Inteligência na escolha quase nula.
Portanto estes 3 pontos levam-me a concluir com a constatação dos seguintes factos:
Primeiro, os testes de selecção quem têm como objectivo apurar atletas para a referida equipa tem uma vaga de 10 atletas por preencher. Ora qual é o espanto que em mais de 2000 praticantes federados, nem sequer 10 marcam presença nos ditos testes.
Segundo, desses 9 ou 10 atletas que de facto marcam presença e obviamente “agarram” o seu lugar, vão para o centro de estágio, treinam um ano inteiro com os ditos “técnicos”, fazem tripulações e no fim da época - e após participarem em algumas regatas internacionais – vão a uma taça do mundo e ficam em 30º lugar numa prova que tem 32 barcos. Curiosamente quando alguma tripulação alcança um lugar “aceitavel”, a mesma não é treinada por esses ditos “tecnicos”.
Terceiro, por tudo o que foi dito ate agora, os grandes remadores nacionais, aqueles que realmente podiam e estariam dispostos a mostrar o que nós conseguimos fazer, não querem participar nos testes, não querem fazer parte da Selecção, não querem treinar para nada, eles têm os seus objectivos e conseguem cumpri-los pelo clube e com o apoio do mesmo.
Primeiro, os testes de selecção quem têm como objectivo apurar atletas para a referida equipa tem uma vaga de 10 atletas por preencher. Ora qual é o espanto que em mais de 2000 praticantes federados, nem sequer 10 marcam presença nos ditos testes.
Segundo, desses 9 ou 10 atletas que de facto marcam presença e obviamente “agarram” o seu lugar, vão para o centro de estágio, treinam um ano inteiro com os ditos “técnicos”, fazem tripulações e no fim da época - e após participarem em algumas regatas internacionais – vão a uma taça do mundo e ficam em 30º lugar numa prova que tem 32 barcos. Curiosamente quando alguma tripulação alcança um lugar “aceitavel”, a mesma não é treinada por esses ditos “tecnicos”.
Terceiro, por tudo o que foi dito ate agora, os grandes remadores nacionais, aqueles que realmente podiam e estariam dispostos a mostrar o que nós conseguimos fazer, não querem participar nos testes, não querem fazer parte da Selecção, não querem treinar para nada, eles têm os seus objectivos e conseguem cumpri-los pelo clube e com o apoio do mesmo.
E como se costuma dizer, “a culpa nunca morre sozinha” portanto o que é que nós clubes podemos fazer? (e apenas agora falo em nome do meu clube e enquanto membro da sua direcção) Culpar os tais “técnicos” pela total anarquia? Não, não podemos cometer erro tão crasso, porque a culpa – e sintam-se livres de interpretar isto como um apontar de dedo – é de quem os escolheu e quem os apoia e protege, uma direcção irrealista, tendenciosa, com objectivos meramente utópicos e composta por pessoas desprovidas de instrução desportiva e que de uma maneira simplesmente misteriosa, conseguem conservar o seu lugar após eleições federativas, perpetuando assim a ideia do incrível “tacho”.

1 comentários:
talvez a solução passe... por mudar a direcção, provocar eleições, substituir quem manda...
Enviar um comentário